É incrível como a vida tem a mania de me descabelar e desconcertar. Quando eu menos espero, a vida vem e bagunça tudo o que já tinha organizado.
A minha vida, considero como um elevador, sobe e desce a todo instante e sempre carregando consigo coisas, pessoas, notícias novas, jamais o elevador será utilizado pelas mesmas pessoas, com os mesmos objetos, e mesmas informações.
Sempre, sempre, será, tudo novo, de novo. Fato. E essa tese, eu já possuo comprovações (risos).
Desce do ônibus, esbarra com ele, atravessa as ruas, entra no prédio, aperta junto o botão do elevador (dá um frio na barriga e uma tremedeira), espera o elevador, trocam olhares, sobe, se olham (durante instantes), pára, ele se vai, sobe, ela se vai. Outro dia. Sai do trabalho, espera o elevador, desce, abre-se a porta, ele está lá, elevador lotado, não entra, desce, ela se entristece, vai embora.
Jamais essas cenas se repetirão , porque na vida real, não há replay. O elevador sobe e desce, sempre portando novos passageiros e bagagens.
terça-feira, 14 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Falar o que pensa, ser o que é
Escrever tudo o que estou sentindo, é quase que uma necessidade minha. Faz com que eu me sinta mais leve, as palavras, são as lágrimas que eu contenho.
E o único lugar que eu posso derramar minhas lágrimas, sem que fiquem me julgando, sem que fiquem me atrapalhando, é num pedaço de papel. Que eu saio rabiscando, falando da minha forma, e de como eu me sinto. Porque quando eu falo a alguém sobre meus sentimentos, meus pensamentos, tendem a me julgar, reclamar.
Poxa, por que eu não posso expressar meus sentimentos, meus pensamentos? Por que eu não posso me mostrar como realmente sou? Eu nunca tenho espaço de falar sobre o que me incomoda, eu nunca posso assumir a minha forma real.
E quando eu tento ser eu? Eu pareço um monstro para as pessoas. E quando falo o que eu penso, eu sou a pior pessoa do mundo, e o pior é que todos os meus argumentos, de nada servem, quer dizer, só pra piorar as coisas.
Eu já cansei dessa vida, mas tenho que me contentar a só escrever, porque ninguém pode ou consegue falar o que pensa, ser o que é.
E o único lugar que eu posso derramar minhas lágrimas, sem que fiquem me julgando, sem que fiquem me atrapalhando, é num pedaço de papel. Que eu saio rabiscando, falando da minha forma, e de como eu me sinto. Porque quando eu falo a alguém sobre meus sentimentos, meus pensamentos, tendem a me julgar, reclamar.
Poxa, por que eu não posso expressar meus sentimentos, meus pensamentos? Por que eu não posso me mostrar como realmente sou? Eu nunca tenho espaço de falar sobre o que me incomoda, eu nunca posso assumir a minha forma real.
E quando eu tento ser eu? Eu pareço um monstro para as pessoas. E quando falo o que eu penso, eu sou a pior pessoa do mundo, e o pior é que todos os meus argumentos, de nada servem, quer dizer, só pra piorar as coisas.
Eu já cansei dessa vida, mas tenho que me contentar a só escrever, porque ninguém pode ou consegue falar o que pensa, ser o que é.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sobre namoros
O começo de um namoro. Você lembra como se sentiu? E os primeiros beijos? As discussões que se encerravam rápidas.
O começo é sempre bonito, até que o começo vira, durante. E aí é hora de voltar pro começo.
O começo é sempre bonito, até que o começo vira, durante. E aí é hora de voltar pro começo.
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