Engana-se quem diz e pensa que amar é fácil. Que o amor é belo e faz bem a saúde. O que mais faz mal ao homem, é o tal do amor. Ama-se demais alguém, faz-se dela prioridade, e em determinado momento, vem a decepção. E de que adianta argumentarmos? Somos os incompreensíveis, os errados, e por aí vai.
Amar dói, mas não consigo ficar sem amar, nem que seja por um instante, não consigo ficar sem pensar, nem que seja por um segundo. Enquanto revolto-me entre palavras, meus pensamentos estão lá. Eu não queria amar assim. Amar dói.
Enquanto tento escrever, meus pensamentos me sabotam, me fazem errar as palavras, as letras. Quem me dera que amar fosse fácil, quem me dera que eu talvez nem amasse tanto assim, mas não consigo controlar sentimentos.
Enquanto me revolto, fico esperando uma ligação. Esse tal de amor me confunde, machuca, desnorteia. Esse tal de amor me mostra que realmente sou, ou quem eu não quero ser? Ou o que quero ser?
Queria ter coragem de jogar todo esse sentimento, loucura, doença. Ou seja lá o que for. Queria ter coragem de me livrar finalmente disso, mas eu não consigo.

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