Todos sabiam que eram amigos, todos sabiam o quanto ele é doce. Eles falavam abertamente de sonhos, planos, desejos. Ele lhe falava de mudar de cidade, de filme de terror com os amigos, de chocolate com laranja. E se ela tentava se afastar, ou não pensar tanto, desistia ao conversar com ele, pois toda vez descobriam cada vez mais o quanto se pareciam, o quanto se davam bem.
Mas meses já haviam passado desde o primeiro contato, e a cada dia que se passava, ela se encantava mais, mas mesmo encantada e extasiada, sabia, tinha certeza que aquilo nunca poderia sair de seus sonhos.
Ela estava completamente encantada, pensava estar apaixonada. Sonhava com ele. Pensava nele do acordar até o deitar-se para dormir. E sempre ansiando pelo novo encontro. Até que um dia, ele decidiu por si só, e como numa surpresa, lhe beijou a testa. É pouco para algumas pessoas, mas para ela, foi interessante, bom e talvez desilusório. Pelo menos de alguma forma o afeto era respondido.
Ela estava completamente encantada, pensava estar apaixonada. Sonhava com ele. Pensava nele do acordar até o deitar-se para dormir. E sempre ansiando pelo novo encontro. Até que um dia, ele decidiu por si só, e como numa surpresa, lhe beijou a testa. É pouco para algumas pessoas, mas para ela, foi interessante, bom e talvez desilusório. Pelo menos de alguma forma o afeto era respondido.

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